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Sexta03Janeirode 2014

Um carrinho repleto de Paris

Postado por: Dayana Vaz , em: 2014 - Histórias e Entrevistas

Um carrinho repleto de Paris

Acabo de sair da faculdade, por volta das 17h, num sábado, 11 de setembro de 2010, para encontrar meu entrevistado e realizar o trabalho em questão. No caminho até chegar ao bairro em que ele trabalha, vou refletindo e vários pensamentos vêm à tona. Essa data nos lembra do aniversário da tragédia do atentado terrorista que destruiu as torres gêmeas nos EUA. Contudo, a questão que pretendo abordar nada tem a ver com isso. Trata-se da história de Marcos Pereira de Souza Cruz, de 11 anos de idade. Uma criança simples, mas com um carrinho de picolé cheio de sonhos.

No começo da entrevista, pergunto a Marcos se ele prefere que eu grave ou escreva. Ele não liga. Então, para deixá-lo à vontade, sento na calçada com caderno, caneta e começo uma conversa que parecia que alí, haviam dois amigos.

Marcos nasceu em Jaboticabal - SP e há dois anos mora em Frutal-MG. Está cursando a 5ª série e a matéria que mais gosta é Português. Como toda criança, gosta de brincar e, na hora do lazer, gosta de computador e soltar pipa. Foi voltando para a casa na hora do almoço, no sol bem quente, que avistei Marcos, quando ouvi um apito e perguntei se ele poderia me conceder uma entrevista para um trabalho da universidade. Quando parei o carro, ele me perguntou: “Picolé, moça?” Respondi que não, obrigada, mas perguntei se ele poderia me ajudar em um trabalho. Depois de explicar como seria feito, ele me ofereceu seu celular para marcarmos o encontro. Liguei e fiquei esperando no local combinado.

Fazia calor. Uma das primeiras reflexões que veio à minha mente foi voltar aos meus 11 anos e lembrar que tive uma infância sadia, com muitas brincadeiras em casa, na escola, com os amigos. Não trabalhei como Marcos, embaixo do sol quente, tampouco tive que andar horas e horas para vender picolés. Perguntei ao menino se ele gostava do que fazia ou se tinha alguma reclamação a fazer. Ele disse que não, que já acostumou-se com o sol, porém havia dias que a caminhada era longa, mas do resto ele não tinha do que reclamar.

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