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Blog Caneta de Pena com Dayana Vaz

Terça25Marçode 2014

Xeque-mate aos três

Postado por: Dayana Vaz , em: 2014 - Histórias e Entrevistas

Xeque-mate aos três

Já imaginou uma ferinha no xadrez que começou com apenas três anos e seis meses? Façanha para poucos! E se eu contasse que essa criança ainda lê, interpreta e escreve, dá para encarar?

O nome dele é Augusto Henrique Silva, tem quatro aninhos é meu conterrâneo. Nasceu em Araxá-MG, terra de Dona Beija. Fui até sua casa para conhecer sua história, porque convenhamos...como uma fofura dessas ia ficar de fora do "Blog Caneta de Pena"?

Quem me recebe é sua mãe, Rosalda Aparecida de Souza Silva e seu pai, Leonardo Augusto Silva.

Ao chegar á casa de Augusto, Rosalda me leva ao seu quarto para mostrar o desenho que está pintado na parede do "Big Ben" que seu filho desenhou. Ela contou a história para ele e assim Augusto se encantou e fez seu próprio desenho na parede. Em seguida, vamos para o quarto de Augusto, e observo que na escrivaninha não poderia deixar de ter o tabuleiro de xadrez. Ele conta que é um de seus jogos favoritos! Ainda na escrivaninha vejo livros, jogos de lógica, tablet... isso tudo faz parte de seu universo.

Essa história com o xadrez começou quando o irmão de Augusto, Vitor Augusto Silva, de dezenove anos, que mora em Anápolis, foi passar férias em Araxá e levou o tabuleiro. Assim que o irmão mais novo viu, interessou-se. A mãe disse: “Victor, ensina para o Augusto o nome das peças do jogo, enquanto eu vou fazer o almoço...”

"Surprise" ou não, passaram-se alguns minutos, e Augusto já sabia o nome e as posições das peças. Com uma semana ele já sabia jogar, com apenas três anos e seis meses! Até essa entrevista, Augusto já havia lido quatro livros. O interessante é que após a leitura e término dos livros ele assina seu nome. Demais, não é?

Após levá-lo à aula de Kumon, um professor sugeriu à mãe que o treinasse e trabalhasse esse dom. Logo Rosalda procurou o professor Adriano Pena Ribeiro, que dá aulas de xadrez na cidade de Araxá. O professor ficou surpreso quando a mãe contou que o filho tinha apenas três anos e fez uma sondagem se ele realmente sabia jogar. Reação: espanto, lógico! Depois da sondagem o professor contou à mãe que nunca havia visto uma criança jogar xadrez com aquela idade. Desse modo, Augusto começou as aulas e não parou mais. Aperfeiçoou bastante a técnica.

Lembrando que o xadrez é um jogo antigo de tabuleiro, que surgiu em meio o Renascimento, que colabora tanto para a mente quanto para o raciocínio!

Para dar xeque-mate na nossa entrevista pergunto quais os sonhos de Augusto. Ele me conta que quer ser astronauta, dentre outras profissões. E posso contar a vocês, queridos leitores do "Blog Caneta de Pena", com uma inteligência dessas, tenho a absoluta certeza que vem uma carreira brilhante por aí, rumo a grandes altitudes!

Agradeço ao Augusto e à sua família por me receberem tão bem.
Assim, finalizo essa história fazendo uma reflexão: no tabuleiro da vida vamos encontrar peças a favor e oponentes fortes, mas o que vale é o gostinho do desafio e da vontade de vencer! E você, Augusto, vai longe nessa jogada, pois as principais peças você já tem: o elo do amor, família e de quebra uma inteligência para poucos!

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