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Blog Caneta de Pena com Dayana Vaz

Histórias e Entrevistas

Quarta07Maiode 2014

Reconstruindo sonhos

Postado por: Dayana Vaz , em: 2014 - Histórias e Entrevistas

Reconstruindo sonhos

O Natal passa, mas tem pessoas que esperam e trabalham para ele o ano todo. Assim, que contar essa história vocês vão entender e, antes de mais nada, quero dizer que foi uma honra conhecer a casa de Marlene Goulart, a “mamãe Noel de Araxá-MG”. Uma casa repleta de brinquedos para reformar e distribuir, fazendo de reformas possíveis sonhos!

Quando somos crianças acreditamos no velho Noel, e qual de nós não desejou e pediu algo a ele na véspera de dezembro?

Infelizmente, vivemos em um país cheio de riquezas, mas em seus contrastes cheio de desigualdade. E aí é que vem a seguinte reflexão: centenas ou até milhares de crianças não tem uma ceia de Natal, e quanto mais o tão esperado brinquedo, desse modo o sonho de um ano inteiro pode vir a não acontecer...

Tudo começou há mais ou menos dezessete anos, quando Marlene começou a frequentar casas da sopa, com trabalho voluntário, levando verduras de supermercados até essas casas. Foi assim, que Marlene conheceu muitas crianças. O trabalho foi aumentando e ela precisou até comprar uma caminhonete para levar verduras. E além de arrecadação de comida, arrecadava também roupas, que levava para casas de doação.

Na casa da sopa, Marlene conta que se deparou com histórias de crianças que levavam a sopa para casa, pois não tinham o que comer no outro dia. E vendo aquelas crianças que mal tinham o que comer e o que vestir, sensibilizou-se. Veio então a idéia de comprar alguns brinquedos e pedir a amigos e conhecidos para fazer doações.

A primeira arrecadação foi feita para quatro casas da sopa; foram 400 brinquedos. Porém, vendo que alguns brinquedos chegavam desmontados ou até mesmo estragados, Marlene começou a reformá-los.

Terça25Marçode 2014

Xeque-mate aos três

Postado por: Dayana Vaz , em: 2014 - Histórias e Entrevistas

Xeque-mate aos três

Já imaginou uma ferinha no xadrez que começou com apenas três anos e seis meses? Façanha para poucos! E se eu contasse que essa criança ainda lê, interpreta e escreve, dá para encarar?

O nome dele é Augusto Henrique Silva, tem quatro aninhos é meu conterrâneo. Nasceu em Araxá-MG, terra de Dona Beija. Fui até sua casa para conhecer sua história, porque convenhamos...como uma fofura dessas ia ficar de fora do "Blog Caneta de Pena"?

Quem me recebe é sua mãe, Rosalda Aparecida de Souza Silva e seu pai, Leonardo Augusto Silva.

Ao chegar á casa de Augusto, Rosalda me leva ao seu quarto para mostrar o desenho que está pintado na parede do "Big Ben" que seu filho desenhou. Ela contou a história para ele e assim Augusto se encantou e fez seu próprio desenho na parede. Em seguida, vamos para o quarto de Augusto, e observo que na escrivaninha não poderia deixar de ter o tabuleiro de xadrez. Ele conta que é um de seus jogos favoritos! Ainda na escrivaninha vejo livros, jogos de lógica, tablet... isso tudo faz parte de seu universo.

Essa história com o xadrez começou quando o irmão de Augusto, Vitor Augusto Silva, de dezenove anos, que mora em Anápolis, foi passar férias em Araxá e levou o tabuleiro. Assim que o irmão mais novo viu, interessou-se. A mãe disse: “Victor, ensina para o Augusto o nome das peças do jogo, enquanto eu vou fazer o almoço...”

"Surprise" ou não, passaram-se alguns minutos, e Augusto já sabia o nome e as posições das peças. Com uma semana ele já sabia jogar, com apenas três anos e seis meses! Até essa entrevista, Augusto já havia lido quatro livros. O interessante é que após a leitura e término dos livros ele assina seu nome. Demais, não é?

Sexta03Janeirode 2014

Um carrinho repleto de Paris

Postado por: Dayana Vaz , em: 2014 - Histórias e Entrevistas

Um carrinho repleto de Paris

Acabo de sair da faculdade, por volta das 17h, num sábado, 11 de setembro de 2010, para encontrar meu entrevistado e realizar o trabalho em questão. No caminho até chegar ao bairro em que ele trabalha, vou refletindo e vários pensamentos vêm à tona. Essa data nos lembra do aniversário da tragédia do atentado terrorista que destruiu as torres gêmeas nos EUA. Contudo, a questão que pretendo abordar nada tem a ver com isso. Trata-se da história de Marcos Pereira de Souza Cruz, de 11 anos de idade. Uma criança simples, mas com um carrinho de picolé cheio de sonhos.

No começo da entrevista, pergunto a Marcos se ele prefere que eu grave ou escreva. Ele não liga. Então, para deixá-lo à vontade, sento na calçada com caderno, caneta e começo uma conversa que parecia que alí, haviam dois amigos.

Marcos nasceu em Jaboticabal - SP e há dois anos mora em Frutal-MG. Está cursando a 5ª série e a matéria que mais gosta é Português. Como toda criança, gosta de brincar e, na hora do lazer, gosta de computador e soltar pipa. Foi voltando para a casa na hora do almoço, no sol bem quente, que avistei Marcos, quando ouvi um apito e perguntei se ele poderia me conceder uma entrevista para um trabalho da universidade. Quando parei o carro, ele me perguntou: “Picolé, moça?” Respondi que não, obrigada, mas perguntei se ele poderia me ajudar em um trabalho. Depois de explicar como seria feito, ele me ofereceu seu celular para marcarmos o encontro. Liguei e fiquei esperando no local combinado.

Fazia calor. Uma das primeiras reflexões que veio à minha mente foi voltar aos meus 11 anos e lembrar que tive uma infância sadia, com muitas brincadeiras em casa, na escola, com os amigos. Não trabalhei como Marcos, embaixo do sol quente, tampouco tive que andar horas e horas para vender picolés. Perguntei ao menino se ele gostava do que fazia ou se tinha alguma reclamação a fazer. Ele disse que não, que já acostumou-se com o sol, porém havia dias que a caminhada era longa, mas do resto ele não tinha do que reclamar.

Sexta27Dezembrode 2013

Promessa a um pai

Postado por: Dayana Vaz , em: 2013 - Histórias e Entrevistas

Promessa a um pai

No leito de uma cama, ao lado do pai doente, um filho faz a seguinte promessa: “Vou dar a volta ao mundo por você!” Será que dessa volta podemos imaginar um encontro? Um encontro com o desconhecido, com o inesperado, com pessoas, culturas diferentes, desafios ao redor das Américas, Europa, Ásia e Alasca e mais de 800 lugares explorados até esta entrevista que o viajante Marcelo Gervásio me concedeu!

Estou na cidade de Uberlândia-MG, onde o viajante Marcelo Gervásio me conta sua história, no Parque do Sabiá, em mais uma de suas paradas. Marcelo nasceu em Copacabana, Rio de Janeiro, no ano de 1961. Carioca, destemido, deixou sua loja de pranchas de surf no RJ para viver a maior aventura de sua vida: dar a volta ao mundo de skate. Em nome de um pai e de uma promessa que vale muito mais do que dinheiro ou qualquer outra coisa!

Filho de uma bailarina de teatro, Agustinha Gervásio Silva, e de um diretor de cinema, Hélio Silva (já falecido), tem um irmão mais velho, Caio Márcio Gervásio Silva. Em 1967, aos três anos, o irmão mais velho lhe deu de presente um skate. A partir disso, suas aventuras desde criança não pararam mais, sejam escaladas, tombos, passeios, mochilões...

O skate foi projetado pelo próprio Marcelo. Possui cinco câmeras, quatro sistemas de captação solar que alimentam as câmeras, celular, GPS e não é elétrico. Desse modo, o viajante desenvolveu cinco tipos de rodas diferentes, para o asfalto, neve, gelo e lama. O sistema de freio também foi inventado por ele. E com tanto asfalto, terra, sol e chuva, o viajante foi desenvolvendo, inventando e adaptando seu skate.

Marcelo conta que já fez de tudo um pouco: foi skatista, surfista, maratonista, paraquedista, alpinista, mergulhador, dentre outros feitos ligados a aventuras. Ainda acrescenta que o Rio de Janeiro facilita muito para a prática de tais modalidades.

Sexta20Dezembrode 2013

No júri com o “Velho Guerreiro”

Postado por: Dayana Vaz , em: 2013 - Histórias e Entrevistas

No júri com o “Velho Guerreiro”

Numa pasta preta recebo recortes de jornais, fotografias antigas, amareladas de um tempo que não havia nem nascido, mas de um tempo precioso, em que a comunicação tinha um prestígio inigualável.  Mergulho nessa história, em que a rádio brilhava, o impresso tinha tanto valor que as pessoas guardavam as divulgações e se enalteciam com as palavras.

Tal pasta foi feita com todo carinho pela avó de um dos ícones da comunicação de Uberlândia-MG, meu entrevistado em questão: Ademir Torido dos Reis, figura respeitada, admirada e que carinhosamente o chamo por “Amigo Reis”. E cá entre nós os pais do comunicador Ademir, Dona Margarida e seu “Zé do Vasco” e que não estão aqui presentes em vida, mas lá do céu estão a vibrar com uma história que merece destaque e merece ser contada aqui no “Caneta de Pena”!

Nascido em Uberlândia, Ademir Torido dos Reis é o filho mais velho de cinco irmãos, perdeu a mãe muito cedo, quando ela tinha apenas 52 anos de idade com câncer de mama no final dos anos 60, Margarida Torido dos Reis. José Lino dos Reis Júnior, mais conhecido com “Zé do Vasco”, o pai foi garçom e porteiro do Hotel Colombo, onde trabalhou por 37 anos, falecendo em 1980 aos 61 anos de idade.

Todos seus irmãos todos fizeram carreira brilhante assim como a sua. Josefina Maria dos Reis (assistente social e chego como servidora pública ao cargo de Secretária Municipal do Trabalho e Ação Social entre 1996/2000), Adelson Torido dos Reis (bacharel em direito e administrador de empresas), Alba Regina (assistente social) e Maryluz Torido (técnica contábil bancária).

Reis é casado com Carmen Torido há 42 anos e tem três filhos, Luciana Torido (advogada), Janaina Torido (bacharel em RH), Luiz Márcio Torido (assessor político na ALMG e é formado no curso superior de Tecnologia Marketing) e a netinha Lara Torido que fará 3 aninhos em janeiro de 2014.

Sexta20Dezembrode 2013

O vendedor de sorrisos

Postado por: Dayana Vaz , em: 2013 - Histórias e Entrevistas

O vendedor de sorrisos

Começo este texto com a seguinte pergunta: qual ser humano não tem suas limitações? Podemos fazer tudo? Sabemos tudo? Construímos algo? Nos desenvolvemos interna e externamente? Aprendemos e desaprendemos? Caímos e levantamos? Perdoamos e erramos? Quantas contradições, não é mesmo?

Portanto, todos nós temos limitações! Em harmonia com essa história que vou contar no blog, uma das parábolas que mais gosto se chama: “O vendedor de balões”, sabem por quê?

Porque um menino que está em uma quermesse pergunta ao vendedor de balões "Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?"

O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e, enquanto ele ia pelos ares, disse "Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir."

Pois é, dito e feito: é o que está dentro de nós, meros seres humanos? A tal da essência, não é? Assim, convivemos com a tal pedra de Drummond no meio do caminho, e muitas vezes temos que tirá-la ou transformá-la, porque a pedra foi nós que encontramos. Desse modo, é dentro de nós que está a capacidade de driblar os problemas, sorrir e seguir em frente, até porque temos nossas fraquezas e também as nossas lutas.

Mas nesta história aqui meu vendedor não é de balões, mas sim de sorrisos. Seu nome é Pedro Cordeiro Alvarenga, menino lindo de 7 anos que usa um óculos descolado, gosta da música “Luisa” do Chico Buarque, tem janelinhas nos dentes e, sinceramente,um dos sorrisos mais encantadores que já vi em toda minha vida. Adivinhem??? Vem de dentro, vem de amor, vem de família e esse sorriso ninguém pega, ou consegue fazer, simplesmente ele tem e pronto!

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